sábado

Globo convoca dirigentes de clubes para falar sobre seu patrimônio pessoal – o futebol brasileiro

É inacreditável! A Globo tem tanta certeza e segurança sobre a sua posse sobre o futebol dito brasileiro – a seleção, também? – que convoca reunião de dirigentes para discutirem desde o calendário do futebol até a formação dos jogadores.

A prepotência é tão grande que até surpreendeu os tais dirigentes, que, na realidade, não passam de paus mandados ou joguetes nas mãos da emissora, teoricamente apenas uma detentora dos direitos de transmissão dos jogos.

Depois do grande “sucesso” da CBF e sua seleção de ouro na última Copa, a Globo quer fechar com chave de ouro o processo que deve visar a total destruição do futebol no país. 

Na época da Copa no Brasil, rolaram conversas sobre a Globo, apesar dos direitos de transmissão, ter jogado a favor da seleção dos EUA, de forma tão acintosa que pressupõe a sua total tranquilidade sobre o seu domínio sobre o futebol e dirigentes locais.

Ou seja, ela está se lixando para o futebol no país, o lance deve ser apenas ampliar o seu poder “dirigente” e os seus lucros.

Acredite se quiser! http://bit.ly/1kroAr3  Na Folha

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terça-feira

Quem apostou no quanto pior – para a seleção de futebol – melhor, se deu mal

Sobre o quanto pior, melhor

Juca Kfouri

Será oportuno lembrar aqui a discussão travada antes da Copa do Mundo com os que diziam que torceriam contra a Seleção Brasileira porque, assim, derrotada, as coisas, enfim, mudariam na CBF.

Não poucas vezes foi dito aqui que o raciocínio era fraco e a esperança vã, que, numa frase, quanto pior, pior.

Não deu outra.

A Seleção não se limitou a perder a segunda Copa do Mundo no Brasil.

Acabou derrotada como nunca jamais na sua centenária história — 10 gols em 180 minutos.

E o resultado está aí: José Maria Marin, que prometeu ir para o inferno, ficou na CBF — e mudou a comissão técnica para não mudar nada, até voltou no tempo e no espaço.

Porque, não duvide, quanto pior, pior!

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segunda-feira

Brasil é vice-campeão na Liga Mundial de vôlei masculino


É um título pouco usual, não é verdade? Talvez por certo viralatismo da “grande” mídia, que cria e reforça o estereótipo na nossa “cabeça”, brasileiros, segundo o qual só vale o titulo de campeão em qualquer modalidade de esporte ou outro ranking ou competição de qualquer tipo.

Não importa o numero de vitórias, quantos competidores foram vencidos e nem mesmo a qualidade dos oponentes, aliado ao histórico da competição, que é como se não existisse, as manchetes são as mesmas: o Brasil perdeu...

No caso da Liga Mundial de vôlei 2013, por exemplo, o campeão desta temporada, a seleção dos EUA que venceu a seleção brasileira na final, ganha, “só” a sua segunda medalha de ouro, ao passo que a seleção brasileira, ou nós, tem 9 medalhas de ouro. O maior campeão do torneio.

Outra armação da “grande” mídia que tenta impor ao brasileiro é que uma derrota qualquer, como a última, recente, na Copa do Mundo, nos derrota como nação e não como uma derrota natural em qualquer esporte ou de qualquer país. 

Esporte nenhum nos define com povo, como nação. Isso é coisa do viralatismo oportunista e antinacional da tal “grande” mídia, que tenta incutir  nos corações e mentes das pessoas o sentimento de inferioridade, que é massa de manobra para o arbítrio e a manipulação, inclusive, ou sobretudo, política, já que está sempre a serviço de facções e partidos. E que partidos!

Partidos estes que de nacionais, ou brasileiros, só tem a localização geográfica, já que vivem para tentar submeter o país aos domínios de sempre.

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sábado

Vôlei masculino disputa seu 10º título em sua 14ª decisão da Liga Mundial

Com uma grande atuação, a seleção brasileira masculina de vôlei venceu a Itália por 3 sets a 0, com parciais de 25/11, 25/23 e 25/20, nesta sábado, em Florença, e garantiu vaga na final de mais uma Liga Mundial. Maior campeão da competição, com nove taças, o Brasil assim se credenciou para lutar neste domingo pelo seu décimo título, naquela que será a sua 14ª decisão no torneio.

O adversário da equipe comandada pelo técnico Bernardinho na final será os Estados Unidos, que horas mais cedo derrotaram o Irã, também com autoridade, com parciais de 25/18, 25/22 e 25/16. O confronto que valerá o título está marcado para começar às 15h30 (de Brasília) deste domingo, logo depois de os italianos enfrentarem os iranianos na decisão do terceiro lugar.


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domingo

Veja os dois comentaristas da Globo dando risadas com o ‘inimigo’ depois de derrota na Copa de 2006


Quem viu o jogo na Copa de 2006, na Alemanha, quando em jogo irreconhecível – e incompreensível – o Brasil foi eliminado pela França, enquanto as ‘estrelas’ passeavam em campo.

Lembra-se do Roberto Carlos ajeitando o meião enquanto a França fazia 1 a 0 no Brasil? 

Pois é, não satisfeito com o descaso, dá risadas com o Ronaldo no vestiário junto com o Zidane

A mídia de sempre minimizou o episódio, ou melhor, escondeu, desde então e os dois ainda posaram de celebridade, como ainda fazem hoje. Os dois são comentaristas na Copa neste ano, na Globo, é claro! 

Nada mais coerente para uma emissora que se diz nacional e que sempre jogou contra o Brasil, não só na copas.

A festa que costuma fazer esta ligada ao seu estrondoso faturamento, como agora, quando está adotando uma atitude “esquizoide”: malha o Brasil e o governo com intenções eleitoreiras – apoio ao Aécio – e adota o discurso dissimulado na hora dos jogos, embora deixe transparecer nas entrelinhas a má vontade com a seleção e com o Brasil. Observe! 

Neste link, aqui, vai ver uma montagem da Folha/UOL – um infográfico – ilustrando o que aconteceu aquele dia nos vestiários. Isso 8 anos depois, quando não vai dar nenhum ibope.

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